gal gadot mulher-maravilha

Mulher-Maravilha | Crítica

Muito mais que uma mera história de origem, um marco

Dirigido por Patty Jenkins. Roteiro por Allan Heinberg. Com Gal Gadot, Chris Pine, Connie Nielsen, Robin Wright, Danny Huston, David Thewlis, Saïd Taghmaoui, Ewen Bremner, Eugene Brave Rock, Lucy Davis, Elena Anaya.

Além de ser o primeiro filme de super-heroína como protagonista, Mulher-Maravilha trazia consigo o complicado rótulo de difícil adaptação. Havia muito peso em cima dos profissionais que nele trabalhavam. Afinal, o filme precisava atingir toda a expectativa, não só pelo bem da parceria DC/Warner (altamente contestada), mas para contribuir com a bandeira do empoderamento feminino. Assim, quando sobem os créditos finais, o sentimento é apenas um: pura catarse.

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servidor público. co-criador da Catacrese. amante das telas e das páginas. cinéfilo. cinemófilo. cinemafílico. cinemático. cinestésico. cinemafóbico. wannabe writer.
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O Pôster do Festival de Cannes e Sua Polêmica

Conhecido por sua ousadia, em 2017 festival de cinema dá dez passos pra trás

Não é novidade que o mundo é misógino. Mais especificamente: não é novidade que o cinema é misógino. Eu (e nesse texto irei lançar muita mão da primeira pessoa) sempre admirei personalidades femininas do gênero cinematográfico. Atrizes como Viola Davis, Angelina Jolie, Charlize Theron, Maryl Streep, sempre tiveram (e terão) minha total adoração; assim como diretoras: Kathryn Bigelow, Sofia Coppola, Ava DuVernay, Patty Jenkins são alguns exemplos da infinita qualidade que o gênero feminino acresce ao cinema.

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A Bela e a Fera — Crítica

Releitura do clássico expande a história justificando as atitudes da Fera com a masculinidade tóxica


Das últimas três adaptações live-action da Disney, talvez, A Bela e a Fera seja a que enfrentou a maior expectativa do público. Seja por sua importância nostálgica, seja por seu enredo, é um verdadeiro desafio readaptar com sucesso a produção que foi um marco no início dos anos noventa (aliás, um dos poucos desenhos a concorrer ao Oscar de melhor filme, em 1992).

Explanar o enredo é dispensável; não há quem não conheça a história desse contos de fadas. Enquanto Malévola reestruturou por completo A Bela Adormecida e Mogli humanizou ainda mais seus personagens, A Bela e a Fera é mais enraizado em sua história original. Não há novas releituras ou novidades; o filme se aprofunda mais na história dos protagonistas, claro, mas, mesmo assim, são mudanças breves e sutis, que servem para dar apenas mais verticalidade aos personagens.

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Sobre Feminismo, Filmes da DC e Misoginia

É difícil para um homem falar sobre feminismo. Mas não deveria. Por mais que o cara se esforce em falar sobre sexismo, o assunto sempre soa artificial. Não deveria, mesmo. Esse texto vai mexer nos brios de muitos. Também não era pra ser assim.

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