origins of the heir

Voldemort: Origins of the Heir | Crítica

Sempre sedentos por mais, um filme feito por fãs que indica novas possibilidades para a franquia

Dirigido e roteirizado por Gianmaria Pezzato. Com Stefano Rossi, Maddalena Orcali, Andrea Bonfanti, Andrea Daenesi, Rorie Stockton, Davide Ellena, Andrea Baglio, Aurora Moroni.

Harry Potter tornou-se uma das maiores franquias deste século, estabelecendo uma base de fãs sedentos por mais detalhes dobre o mundo mágico. Enquanto Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald ainda não estreia, este filme realizado por fãs poderia ser um bom mediador até novembro deste ano. Mas não é.

A produção italiana abarca a história de um dos vilões mais marcantes deste século – alguns podem dizer ser tão grande quanto Darth Vader -, o famigerado Lord Voldmort. A tão famosa primeira guerra bruxa é muito requerida pelos fãs para se tornar uma das novas produções da Warner Bros. E, de fãs para fãs, este filme começou a ser desenvolvido; começou apenas com um pequeno trailer, mas que chamou a atenção do fandom. Entretanto, importante falar que o filme não é canônico, ou seja, não faz parte da história desenvolvida por J. K. Rowling, a qual não teve nenhuma participação desta no filme.

origins of the heir
A trama começa com a captura de Grisha McLaggen (Orcali), que tentava se infiltrar em uma base bruxa soviética. A partir de seu interrogatório, é apresentado ao espectador um grupo formado pelos herdeiros das casas de Hogwarts: Grisha seria a herdeira do Grifinória; Lazarus Smith (Bonfanti), da Lufa-Lufa; Wiglaf Sigurdsson (Daenesi), da Corvinal; e nosso querido Tom Riddle (Rossi), como os fãs já sabem, do Sonserina. Assim, se desenrola a trama para no final sabermos o que ela procurava nesta base.

Se você for um fã mais detalhista, observará alguns erros dentro do universo desenvolvido; ademais, toda a narrativa se torna maçante com atuações que, em alguns momentos, não pode ser lavada a sério. Talvez este seja o maior problema do roteiro – que beira o infantil, muitas vezes -, mas, até então, temos que relevar, já que se trata passa de um filme feito por fãs e com pouco orçamento.


Importante salientar os méritos da produção; mesmo com orçamento limitado, o design de produção é muito bom, os figurinos e todos os cenários não deixam a desejar, e os efeitos especiais também estão dentro do esperado, então alguns pontos para a produção.

Assim, com muitas expectativas criadas, o produção não conseguiu atender todas elas; o mais importante é que se trata de uma razoável surpresa para os aficionados pelo mundo do Menino-Que-Sobreviveu. É um bom passatempo enquanto aguardamos a sequência de Animais Fantásticos e Onde Habitam e, quem sabe, um norte para a Warner continuar a expandir esse universo que tanto amamos.

Leia mais sobre Harry Potter.

Leia mais sobre Animais Fantásticos.

Nota:2/6 (Regular)

Estudante de psicologia, amante do cinema em todas as suas nuances.
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